Brincando na neve

Nada como viver algo nunca antes vivido para dar alimento à alma e ao espírito, correto? CORRETÍSSIMO!

No segundo dia em que eu estava em Stans, minha amiga me levou para sua cidade natal para que pudéssemos subir a montanha e andar de trenó.

No alto da montanha

No alto da montanha

A cidade natal dela fica a 10 minutos de carro de Stans, então rapidamente estávamos aos pés da montanha. Pegamos o bondinho e subimos até a primeira etapa.

Mal sabia a subida que me esperava

Mal sabia a subida que me esperava

Começamos a subir a montanha e o frio e o ar rarefeito já faziam meus pulmões pedirem arrego. Nesse caminho, lembrei de um post da Adriana Muller falando sobre a experiência dela em subir o Kilimanjaro na África (para ler sobre a experiência fantástica que a Dri teve, clique aqui). Ali eu vi, que se eu quiser fazer algo igual, terei que treinar muito e melhorar 100% meu condicionamento físico.

Pude então, durante a subida, fazer uma parada e pela primeira vez, fazer um anjo na neve! Não tive dúvidas: me joguei – literalmente – no colchão fofo de neve (e que era realmente muito fofo!) e comecei a mexer meus braços e pernas para cima e para baixo. Foi inesquecível!

Fazendo o anjo na neve

Fazendo o anjo na neve

Lembre-se que, para fazer algo assim, é necessário roupa térmica e de preferência, resistência a água, pois a neve derrete e de repente você pode se ver todo molhado em um local super frio, o que não seria muito legal.

O anjo pronto

O anjo pronto

Continuamos a subida até a Capela e era tudo tão lindo, tão branco, tão fofo que dava vontade até de provar! E adivinha o que fiz? Provei a neve! Hahahaha Estava com uma sede e foi ali mesmo que me esbaldei. Não sei explicar, mas a neve tem um gosto delicioso, talvez por causa dos pequenos flocos com aroma de madeira. Só tomei cuidado para pegar o mais acima possível, evitando a “neve amarela” (batizada com xixi de cachorro – eca!)

Experimentando neve - zero calorias, muito mais saudável que qualquer sorvete, frozen ou sorbet!

Experimentando neve – zero calorias, muito mais saudável que qualquer sorvete, frozen ou sorbet!

Descemos a montanha inteira montados no trenó, fazendo as devidas paradas onde a neve não permitia a descida ou quando o chão estava com uma crosta de gelo onde não era seguro. Adorei a descida, mas tive meus momentos de medo e senti dores nas mãos e nas costas por dias por causa da tensão. Realmente não nasci para esportes radicais! Hahahahaha

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No meio do caminho, descobri que podia ser um unicórnio de gelo!

Chegamos quase de noite ao pé da montanha, exaustos, mas muito felizes por termos feito isso. Adorei a experiência!

Fui brindado com essa bela igreja no fim do passeio!

Fui brindado com essa bela igreja no fim do passeio!

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Carnaval na Suíça

Ontem começaram oficialmente as festividades de carnaval na Suíça. A festa já está rolando desde o começo da semana em alguns pontos da cidade com festivais e música nacional, mas ontem foi o dia em que as pessoas saíram as ruas fantasiadas para a verdadeira festa. O dia estava bem frio e infelizmente nevando bastante desde manhã.

E o dia amanheceu assim, branquinho...

E o dia amanheceu assim, branquinho…

Diferente do Brasil, a festa na Suíça não tem hora para começar/acabar. O dia todo o centro da cidade foi tomado por pessoas fantasiadas bebendo e dançando nos mais diferentes quiosques. Nós apenas fomos para a festa em torno das 23h, que já estava bem animada. Combinamos de ir todos de militares, o que foi bem legal, até um casacod a Swiss Army me emprestaram!

Pessoal indo e voltando do centro para as festividades do carnaval

Pessoal indo e voltando do centro para as festividades do carnaval

Passamos algumas horas no centro de Stans onde, além de músicas pop conhecidas, novas e velhas, também pude ouvir a abertura de Avenida Brasil e Ai Se Eu Te Pego – e eles adoram essas músicas! Depois fomos para Luzern em um barzinho que também estava muito animado. Encontramos até o Obelix por lá!

Os militares antes da festa!

Os militares antes da festa!

Resultado da noite? Chegamos em casa das 7h da manhã, exaustos, porém muito felizes. O carnaval foi uma delícia!

Como é voar na British Airways

A British Airways é uma das maiores companhias aéreas do mundo, possuindo uma das maiores frotas de Boeing 747 (conhecido como jumbo) e sua sede é no aeroporto de Heathrow em Londres, o aeroporto com o maior número de voos internacionais do mundo. Apenas no terminal 5 desse aeroporto há espaço para 60 aviões. Esse é o terminal exclusivo da British Airways.

Meu voo tinha como destino final Zurich e na época da compra da passagem, a companhia aérea com o melhor valor era a British Airways com uma escala em Londres. Eu optei por comprar a passagem pelo site decolar.com pela facilidade de parcelamento. Por isso, é legal sempre pesquisar as passagens em sites de busca.

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BA 246 – Guarulhos-Heatrow (Londres) 18:15

Check-in

O check-in pode ser realizado de 24h a 1 hora antes do voo pela internet, mas não aconselho a fazê-lo uma vez que o check-in pela internet libera poucos assentos e cobra-se um certo valor para poder escolher onde se quer sentar. Por isso, é mais interessante chegar bem adiantado no aeroporto para pegar o melhor lugar à sua escolha.

Quando cheguei em Guarulhos, embora o check-in abrisse às 15h15, já havia fila às 14h00, por isso, decidi entrar para não ficar com o pior lugar na aeronave (esse é um ponto ao qual sou chato, afinal, eu ia ficar 11h naquela poltrona). Quando a fila começou a crescer, os funcionários abriram o check-in antes, o que foi muito bom.

Fizemos o check-in tranquilamente, mas o agente não nos perguntou ou explicou sobre os itens permitidos na bagagem de mão, o que foi um ato falho, caso eu ou o Rick não fôssemos passageiros frequentes.

Decolagem

Após passar pela imigração no aeroporto de Guarulhos com a tão famosa cordialidade dos agentes já conhecida dos passageiros, ficamos alguns minutos no free shop e seguimos direto para o nosso portão. O embarque foi tranquilo e a decolagem um pouco atrasada por causa do tráfego aéreo, mas nada que atrasasse a chegada a Londres.

Após a decolagem, o avião seguiu a rota passando por cima de Belo Horizonte, algumas capitais do nordeste e depois atravessando o Atlântico rumo a capital Britânica. Como o avião não estava cheio, pedi gentilmente que a senhora sentada ao meu lado passasse para as poltronas à frente, afim de que ficasse mais confortável para nós dois. Assim, tive duas poltronas para dormir, o que foi de grande ajuda!

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Equipamento e assentos

O equipamento utilizado pela British na rota GRU-LHR é o Boeing 747-400.
Não é um avião moderno, mas voar em um 747 é algo bastante agradável, o avião passa por turbulências com mais suavidade, o seu tamanho impressiona, o espaço interno para circulação é muito amplo e o silêncio também é um ponto forte.

O avião desta rota estava configurado com 14 assentos na primeira classe (first), 70 assentos na executiva (club world),30 assentos na econômica premium (world traveller plus) e 177 assentos na econômica (world traveler).

Viajei de classe econômica com configuração 3-4-3 e o espaço entre as poltronas é razoável, na média do mercado, mas os assentos são muito confortáveis, pois o apoio para cabeça tem uma regulagem mais firme. Quando você dorme e apóia a cabeça o mesmo fica firme e não se move como em outros tipos de regulagem, este item foi bem pensado e é superior.

Apesar de o avião não ser o mais moderno, estava limpo, bem cuidado com todos os itens funcionando, banheiros limpos e completos.

Entretenimento

Os aviões da British de longo curso oferecem tela de vídeo individual e uma programação muito ampla chamada highlife. As telas têm tamanho razoável e a luminosidade, volume e menu são controlados pelo toque na tela ou por um controle no braço do assento.

Os filmes, programas e musicas são ¨on demand¨, onde você escolhe a hora que quer começar, pausar ou parar de ver um filme ou ouvir uma música por exemplo. As opções eram lançamentos e uma biblioteca com filmes já lançados, tinha filmes dublados para o português ou outras línguas e as opções eram muitas.

Filmes, músicas com vários CDs disponíveis e programas de TV além, é claro, do tradicional moving map, onde você pode acompanhar as informações do voo, também estavam disponíveis. Faltaram algumas opções de novas músicas, como top 10 e o CD da Adele.

A revista de bordo da British (High Life) e o catálogo do freeshop a bordo (High Life Shop) também estavam disponíveis.

Serviço de bordo

Logo após a decolagem, serviram uma bebida (à escolha do passageiro, incluindo boas opções de bebida alcoolica) e por volta de 20h30 serviram o jantar, que poderia ser frango com molho, arroz, ervilhas e cenoura ou macarrão ao molho branco com lascas de salmão. Novamente era possível escolher a bebida da preferência do passageiro. Após o jantar, foi servido café e chá.

Durante a viagem, na galley ficou disponível sucos e água para quem tivesse sede durante a noite.

Uma hora e meia antes do pouso em Londres foi servido o café da manhã, que consistia em omelete, pão, manteiga, leite com café ou chá.

Pouso em Londres no Aeroporto Heatrow – Terminal 5

O pouso foi tranquilo, o céu estava parcialmente encoberto mas era possível ver o Sol entre as nuvens. O aeroporto de Heatrow é um dos mais movimentados do mundo e é enorme! Ao sair do avião, tivemos que pegar um trem do desembarque para a área onde se pegava as malas e fazia-se a conexão para outros voos. Como minhas malas haviam sido despachadas diretamente para Zurich, eu só tinha que passar pela imigração até a sala de embarque.

Aqui vem o porém: a imigração no aeroporto de Heatrow é demorada, eles são bem rígidos sobre o que pode e o que não pode se levar na mala de mão e por isso as filas são enormes e intermináveis. Eu levei em torno de 40 minutos para refazer esse processo em Londres. O que ajudou, no final, foi o passaporte europeu, pois não foi-me feita nenhuma pergunta, algo que pode ainda atrasar um pouco mais a imigração para brasileiros.

BA 712 – Londres – Zurich

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Check-in e decolagem

Eu não precisei realizar o check-in, pois meu cartão de conexão já havia sido dado em Guarulhos. O embarque foi no horário, mas o avião levou em torno de 40 minutos para sair de Londres, devido a uma nevasca em Zurich. Todos os passageiros ficaram presos no avião durante esse período.

Equipamento e assentos

O Equipamento utilizado nesse voo foi o Airbus A319 jet, com a configuração 3-3. É um avião confortável, porém bem menor que o do voo intercontinental.

Entretenimento

Não havia TV’s individuais e as TV’s da aeronave exibiram durante todo o voo informações sobre o mesmo e o percurso no mapa. Também havia a revista de bordo e a do free shop, caso alguém quisesse comprar algo.

Serviço de bordo

O serviço de bordo foi mais simples, porém com a mesma qualidade: serviram croissant com tomate e maionese de ovos com ervas, suco de laranja, mais a opção de café ou chá.

Pouso em Zurich e imigração

O pouso foi tranquilo e pelo que pude ver a nevasca havia sido apenas no topo das montanhas, pois não havia sinais de neve em Zurich. O aeroporto possui calefação e após passar pela imigração, que foi super simples novamente por causa do passaporte europeu, não tive dificuldades em achar a esteira e alguns minutos depois minha bagagem já havia sido liberada.

Avaliação final

Voar na British Airways é uma ótima experiência, pois embora o voo até Zurich (em torno de 14 horas) seja cansativo, as aeronaves são confortáveis e o serviço de bordo é excelente. Brasileiros podem ficar até 3 meses na Europa sem visto, mas diferente dos europeus, para conseguir entrar, são necessárias algumas coisas, como comprovar que pode se manter no país durante o período pretendido, apresentar passagem aérea de volta, voucher de hotéis e seguro saúde. Para maiores informações sobre o que é necessário em cada país, visite o site da embaixada do país.

Sair de Casa

Partir era mais fácil na minha cabeça do que está sendo na realidade. Lembro quando criança, de arrumar algumas peças de roupa em uma pequena mochila e subir a rua, dizendo a mim mesmo que havia chegado o momento de fugir de casa. Quando a raiva e o choro passavam, eu dava meia volta e ia de encontro a casa que eu chamava de lar.

Os anos passaram e a infantilidade da fuga deu lugar ao desejo da independência. Tive experiências de passar alguns períodos longe de casa, como em meu intercâmbio na África do Sul ou o mochilão pela América do Sul. Mas havia uma diferença: eu tinha data pra voltar. Quando eu voltava, meu quarto estava do jeito que eu havia deixado, minhas roupas, meus amigos, meu lugar.

Hoje não. Sei que a partir de hoje não haverá mais acordar com o vibrar do celular e ao abrir os olhos, ver minha tv bem ao lado da estante dos meus livros prediletos. Que ao levantar, não cruzarei mais o corredor com o meu guarda-roupa rumo ao banheiro, passando pelo quarto de minha vó e de minha mãe dizendo “Oi”, pois de manhã não sou adepto do “Bom dia”. E que não haverá mais minha vó dizendo: “Fala bom dia menino!”.

Sei que a partir de hoje não vou mais abrir a geladeira atrás de um copo bem gelado de água, meu tão costumeiro café da manhã. Que não olharei mais o relógio para me certificar de que não estou atrasado para começar a preparar o almoço. E que entre o cozinhar dos alimentos, vou sentar no sofá de casa, ligar a TV e acompanhar a timeline do facebook, tudo junto.

Sei também que não haverá mais almoços e jantares diários onde a conversa, discussão e risadas familiares embalavam como último tempero do alimento recém preparado. Que de noite, não haverá mais a parada para ver a novela com minha mãe e vó. Que às quartas ou quintas, não estarei mais presente nos cafés com os amigos para rir e extravasar os estresses da semana.

Sei que hoje será o último dia em que poderei responder a pergunta “Onde você mora?” com “Em Bauru”.

Sair de casa, dói. Ir embora, dói. Crescer, dói. Mas esse amadurecimento é mais do que bem-vindo: é por causa dele que no futuro poderei olhar pra trás e dizer: eu consegui!

Sei que embora distante, o sentimento entre família e amigos continua o mesmo, não morre, não enfraquece. O que cresce é a saudade e a vontade de estar junto mais uma vez.

E é nisso que eu me apoio para seguir em frente, sempre.

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Donna Flor

Hoje fui fazer a despedida com minha mãe e minha avó. O local escolhido foi um novo café que abriu em Bauru, o Donna Flor.

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Dentre cafés, capuccinos, salgados e cupcakes, o Donna Flor se destaca por servir a Batata Rosti, ou Batata Suíça, popularmente conhecida. Os sabores variam entre frango com catupiry, strogonoff de carne ou frango, carne seca e calabresa.

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O local é agradável, e a batata, uma delícia! Super recomendo para quem quiser provar um prato diferente. Aliás, cada prato serve duas pessoas. Além disso, teve o gosto da saudade, já que estava se despedindo das pessoas que são mais próximas de mim.

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O Donna Flor fica na Av. Getúlio Vargas, 6-25, na Galeria do Fran’s Café. Vale a pena conferir!

Buenos Aires – Como chegar e sair dos aeroportos

Nesse post seguem todas as dicas e informações necessárias para você não passar nenhum aperto na chegada a Buenos Aires, independente do aeroporto. Não cloquei valores, pois pode ser que sofram alteração, mas já dá pra ter uma ideia das opções de transporte.

Aeroparque Metropolitano Jorge Newbery (AEP)

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O Aeroparque, como é mais conhecido, é o aeroporto utilizado para vôos domésticos, no entanto também recebe vôos de países da América do Sul vindos do Brasil (LAN, Aerolíneas, GOL e TAM fazem o trecho desde São Paulo), Chile, Paraguai e Uruguai. Localizado a 15min do centro de Buenos Aires, em frente ao Rio da Prata. Fazendo um comparativo com os nossos aeroportos, poderíamos dizer que o Aeroparque esta para os argentinos como o Aeroporto Santos Dumont (SDU) e o Aeroporto de Congonhas (CGH) para nós.

Como chegar/sair do Aeroparque

REMIS

Poderíamos dizer que esse é o mais caro dos serviços oferecidos para transfer. É o serviço VIP. Geralmente são carros executivos. Logo no desembarque, existem várias  empresas que oferecem esse tipo de serviço. Estão localizadas no Setor A, A1 e A2 no térreo do aeroporto.

TÁXI

Uma opção mais barata que o Remis e também com conforto e rapidez é sem dúvida o táxi. Opte pelos credenciados logo na saída do desembarque. Do aeroporto para a região central são somente 4km, custo em média ARG$ 30,00 (Recoleta e Centro). Caso você opte pelo táxi comum, solicite sua corrida pelo taxímetro.

ATENÇÃO:  Existem “taxistas” que te abordam e oferecem serviço de táxi, sendo que ao chegar ao  carro, você verifica que ele é um particular a fim de ganhar uma grana como taxista. Cuidado!  Na dúvida pague um pouco mais e siga caminho com um táxi credenciado.

ÔNIBUS COMUM (COLETIVO)

Opção mais barata para chegar até o centro de Buenos Aires. Existem várias linhas que fazem vários trechos para diferentes lugares da cidade. Importante lembrar que os coletivos não possuem o famoso “trocado” como no Brasil e sim uma maquininha onde se paga em moedas e ela emite um ticket da viagem. Então  não se esqueça de ter “monedas” para pegar o coletivo. Para melhores informações  procure a central de informações no Aeropaque, logo na saída do desembarque, eles te explicam  de forma rápida e precisa.

Linhas de ônibus: Linha 33, linha 45 e linha 160

Aeroporto Internacional Ministro Pistarini (EZE)

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Comumente conhecido como  Ezeiza, é o mais importante aeroporto para vôos internacionais da Argentina e um dos mais agitados da América do Sul. Esse moderno aeroporto está localizado a 35 Km do centro de Buenos Aires.

Como chegar/sair do Aeroporto de Ezeiza

REMIS

Este serviço é igual ao ofertado no Aeroparque, por ser exclusivo é o mais caro.

TÁXI

Uma boa opção se você estiver com até 3 pessoas, pois o custo benéfico é melhor que o ônibus (transfer). Na saída da sala de desembarque é possível avistar o balcão de serviços da Cooperativa de Taxi de Ezeiza. O sistema é como em outros aeroportos, o serviço é pago no balcão e é emitido um voucher, depois o mesmo é entregue ao motorista. É possível pagar com cartão de crédito e débito.

ÔNIBUS EXECUTIVO

Excelente opção de transfer até o centro de Buenos Aires. A empresa que faz o trecho entre o centro/aeroporto (vice e versa) é Manuel Tienda Leon. O destino final do ônibus é o Terminal Madero, localizado na Av. Eduardo Madero, 1299, por trás do Hotel Sheraton na Plaza San Martin (perto da estação ferroviária do Retiro). Eles também oferece um serviço de conexão, onde o passageiro é levado até o Terminal Madero, de lá seguem em vans até  a hospedagem de destino ou para o Aeroparque. Para maiores informações, acesse o site Manuel Tienda Leon.

ÔNIBUS COMUM (COLETIVO)

Essa é a opção mais barata para chegar até o centro de  Buenos Aires. O ponto de partida (parada) no Aeroporto de Ezeiza, fica localizado em frente a  empresa administradora do aeroporto  (Aeropuertos Argentina 2000). Logo ao sair do Terminal B,  vire a esquerda a caminhe em frente. Se você chegou pelo Terminal A, terá que caminhar até o Terminal B (5 min).

Linha 51 – Rota: Essa linha pode terminar na Estação Central na Constitución ou na Estação Lanus, a viagem dura em média 1h. Sempre é bom checar com o motorista o trajeto para evitar caminhos errados Caso termine na Estação Lanus, é só pegar um Subte até a Estação Constitución. Chegando na Estação Constitución você pode pegar um dos  ônibus das linhas: 28, 9, 45, 59 ou 100 seguindo para o centro de Buenos Aires. Esse trecho é seguro e muito barato.

Linha 8 – Rota: Essa linha era conhecida como 86. Têm saídas a cada 45min e vai do Aeroporto de Ezeiza a Plaza de Mayo. Antes de subir no ônibus, tenha certeza de que na frente  está escrito EZEIZA, já que nem todos da Linha 8 vão ou voltam de Ezeiza. Seu ponto inicial no bairro de La Boca, passando pela Avenida de Mayo, Casa Rosada, Plaza Del Congreso e Mercado Central.

Dentre todas as opções, eu considero o serviço de transfer de ônibus e os táxis os melhores, pois além de estarem no meio termo, são os que dão a menor dor de cabeça na hora de chegar/sair do hotel em direção aos aeroportos. Dica: se decidir ir de táxi, sempre procure as companhias com preço fechado no balcão do aeroporto, o risco de ser enganado é menor, além do pagamento ser possibilitado através do crédito ou débito.

Buenos Aires – O que visitar

Se você possui um roteiro apertado como o meu, de apenas 5 dias, sendo o último perdido com a ida ao aeroporto e o primeiro começando no meio da tarde, é possível conhecer os principais pontos de Buenos Aires sem muitos contratempos.

Caso tenha escolhido um hotel no microcentro, grande parte das principais atrações podem ser feitas a pé ou estarão a uma linha de metrô de você.

ROTEIRO

Primeiro dia – Centro/governo:

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Almoce em algum restaurante nas ruas Lavalle ou Florida (ou arredores). Aproveite para conhecer as Galerías Pacífico e siga direto para a Plaza de Mayo. Muitas fotos pra bater na Plaza de Mayo, em frente ao Cabildo, ao Banco Central, à Casa Rosada e à Catedral Metropolitana. Após a Catedral,  pegue o Subte (metrô) – linha A – para a praça do Congresso (Estação Congreso). É possível fazer esse trajeto à pé seguindo a rua Rivadavia. Bata suas fotos e depois tome o mesmo subte, dessa vez no sentido inverso, até a estação Piedras. De volta à Avenida de Mayo, siga para uma paradinha no Café Tortoni, o mais antigo de Buenos Aires. Os fãs de chocolate têm que provar o chocolate espeso.

Segundo dia – Centro e Recoleta:

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Nesse dia da viagem, procure usar tênis, pois há muito para onde andar. Inicie sua jornada fazendo uma visita ao Teatro Colón e Obelisco. A partir daí, vários são os locais a visitar, cuja ordem deve ser definida pelo viajante: Cemitério da Recoleta, Centro Cultural Recoleta, Igreja do Pilar,Buenos Aires design, Museu de Belas Artes, Monumento floralis generica, Faculdade de Direito, Palais de Glace e Museu de Arte Latino-americana de Buenos Aires (Malba).

Terceiro dia – San Telmo e La Boca:

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Pegue o subte, descendo na estação Catedral. De lá, caminhe (1 km) ou tome um táxi com destino à Plaza Dorrego em San Telmo (é possível fazer esse trajeto a pé também, seguindo pela Avenida 9 de Julio). É lá que fica a famosa feira de antiguidades, que ocorre sempre aos domingos. Cuidado para não chegar muito tarde, pois a feira se encerra junto com o por-do-sol, quando começa um pequeno bailinho de tango em plena praça. Depois, pegue um táxi e siga até o Caminito, o local em que a cultura porteña ganha vida através de suas casinhas coloridas e seus casais dançando tango em plena rua. Vale uma visita. A 3 quadras dali, encontra-se o estádio do Boca Júniors.

Quarto dia – Puerto Madero e Palermo:

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Siga para Puerto Madero. Após o farto almoço em alguma das churrascarias de Puerto Madero (de preferência, o rodízio do Spettus – vide item “gastronomia”), rume para Palermo (de subte ou de táxi), para visitar o planetário, os lagos, o rosedal e o Parque 3 de Febrero. Termine sua tarde visitando o Jardin Japonés.