Como é voar na AerLingus

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A companhia aérea Aer Lingus foi fundada pelo governo irlandês em 1936 para promover serviços aéreos entre a Irlanda e o Reino Unido. O nome da empresa é derivado do irlandês “long” que significa “barco”, depois traduzido como “Frota Aérea”. A companhia celebrou 75 anos em maio de 2011 e hoje transporta mais de 10 milhões de passageiros por ano para mais de 70 destinos incluindo Irlanda, Reino Unido, Europa e Estados Unidos.

A companhia fez grandes contribuições para a vida dos irlandeses, conectando a Irlanda com o mundo e promovendo oportunidades ao povo de acessar novos horizontes, tanto comercial, como turisticamente. Durante a recessão, a companhia manteve suas rotas internacionais e deu aos irlandeses a chance de continuarem conectados ao resto do mundo, bem como aos irlandeses que viviam no exterior de ter fácil acesso ao seu país. Eu utilizei os serviços da AerLingus entre as cidades de Zurich e Dublin.

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El 349  – Zurich – Dublin 21:10

Compra

O site é super didático e possui uma versão em português. Ao escolher o trecho e a data e seguir para a próxima página, tome cuidado, pois haverá vários tipos de tarifa e cada uma possui regras diferentes, indo desde passageiros sem bagagem (low), passageiros com uma bagagem de 20kg (plus) e passageiros com duas bagagens de 20kg (flex). Escolha a tarifa que tenha mais a ver com a sua situação para não ter dor de cabeça no aeroporto depois. O pagamento foi feito pela opção de cartão de crédito (sempre à vista).

Regras de cada tarifa

Regras de cada tarifa

Check-in

O check-in no aeroporto de Zurich estava tranquilo, mas um pouco confuso. Como estava em uma cidade próxima, fiz o check-in online, peguei o trem mais cedo com conexão direta ao aeroporto, mas ao chegar lá, tive que entrar na fila com as pessoas que não haviam feito o check-in ainda porque não havia a fila para despacho de bagagem. Mas em 10 minutos, eu já estava liberado.

Atenção: Se sua passagem dá direito a uma mala de 20kg, não tente passar com uma de 23kg, pois eles vão barrar e fazer pagar o excesso. Eu não sei o valor no aeroporto, mas para comprar 3kg adicionais com desconto pelo site na hora da compra da passagem, custava €50. Por isso, fique esperto. Para voos maiores, eles utilizam a política de 10kg de bagagem de mão.

Decolagem

O voo estava um pouco atrasado devido a uma nevasca que caía sobre Zurich. Entretanto, embarcamos no horário correto e só tivemos que esperar que jogassem um produto especial sobre o avião para tirar as camadas de gelo. Com 10 minutos de atraso, decolamos de forma tão suave que quase não foi possível sentir o avião deixar o solo. O tempo de viagem entre Zurich e Dublin é de 1h55.

Equipamento e Assentos

O equipamento utilizado na rota ZRH-DUB nesse dia foi um Airbus A320, com configuração 3-3. O avião é igual o utilizado pela TAM no Brasil. Estava muito bem conservado e o apoio para cabeça tem uma regulagem mais firme. Quando você dorme e apoia a cabeça o mesmo fica firme e não se move como em outros tipos de regulagem.

Entretenimento

Havia a bordo revistas, catálogo de free shop e menu de bordo. O entretenimento é escasso, mas para o tempo de voo estava ok, ainda mais porque a companhia opera pelo sistema low-cost.

Serviço de bordo

Os comissários desse voo eram em sua maioria jovens e simpáticos. Eu contei 4 deles durante o voo. O serviço de bordo é à parte do valor da passagem, mas pode ser adquirido também no ato da compra da mesma. O menu fica disponível para todos e os preços são competitivos por refeições que valem a pena. A lata de coca-cola pequena, por exemplo, custa €1.

Menu AerLingus

Menu AerLingus

É uma boa pedida para quem quiser, por exemplo, experimentar o café da manhã tipicamente irlandês. Como eu já havia comido no aeroporto de Zurich, acabei não experimentando nada a bordo. O pagamento pode ser feito no cartão ou em moeda papel.

Irish Breakfast

Irish Breakfast

Pouso em Dublin

O pouso foi tranquilo, com apenas 10 minutos de atraso. A imigração estava tranquila e logo eu estava indo em direção a minha nova casa.

Avaliação Final

Aer Lingus é uma empresa rica em história. O trevo agora mundialmente famoso que adorna a empenagem da frota da empresa é um dos símbolos mais emblemáticos da Irlanda ao redor do globo. A companhia aérea tem uma reputação mundial de carinho, simpatia e uma qualidade superior de serviço. A empresa fica entre as low-cost da Europa por seus valores competitivos, mas a qualidade não deixa nada a desejar em comparação as companhias convencionais.

Aprovei os serviços e com certeza voaria de novo.

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Últimas dicas – Suíça

A Suíça é um país pequeno, mas não menos interessante! É um país onde você poderá ficar dias e dias sem se cansar, pois mudando de cidade, mudam os costumes, arquitetura, idioma, restaurantes. Essas dicas foram extraídas do blog da Clarissa Comim e são de grande valia!

Para otimizar a sua viagem, simplifiquei neste post, 10 tópicos que poderam ajudar no planejamento e na sua viagem! Enjoy!

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1) Imigração: A Suíça não exige visto para ficar até 90 dias no país. Mas, lembre-se: para evitar problemas ao entrar no país, leve sempre em mãos a passagem de volta, a confirmação de reserva do hotel e aproximadamente 500 euros em dinheiro. Se você for visitar alguem, peça uma carta com o endereço e os dados da pessoa. Na hora que passar pela imigração,  muitas vezes os fiscais perguntaram o que você irá fazer: Turismo ou Negócios? É só responder 😉

2) Idioma: Os suíços falam 4 línguas: Alemão, Francês, Italiano e Inglês. Se você apenas fala inglês (meu caso!) não há problema. Em todos os lugares fala-se inglês 😉 Se você não fala nenhum desses idiomas, vai passar um pouco mais de trabalho para entender o cardápio dos restaurantes, as atrações, etc..Mas, nada é impossível!

3) Que cidades visitar: Há muitas cidades lindas! Se você tem pouco tempo no país, priorize conhecer (na minha opinião): ZuriqueLucernaBernaInterlaken, Zermatt e Genebra. Se você tem um tempo maior, opte por fazer um passeio em algum Trem Cênico, visitar algum Alpe (a partir de Interlaken, Zermatt ou Lucerna) ou conhecer a parte italiana da Suíça – Bellinzona e Lugano 😉 A partir das cidades citadas acima, você pode fazer bate-e-volta para muitas outras!

4) Escolha a época: Depende muito da atividade que você irá realizar. Se você quer esquiar, o inverno é a melhor época, pois há neve nas montanhas mais baixas (e fica mais barato!). As cidades no inverno, não ficam tão atrativas para turistas (é muito frio para ficar andando na rua). Primavera, na minha opinião, é a melhor época! As cidades estão floridas, o clima está agradável, pode-se passear pelas ruas das cidades, há neve nos alpes (nos mais altos) mas, não é a melhor época para esquiar. Opte por não ir no verão (julho e agosto). As cidades ficam muito lotadas e há filas para tudo!

5) O que e onde comer: Chocolate e Fondue de queijo não podem faltar! Dependendo da região, terá comidas típicas diferentes. Se estiver na parte alemã, terá comida alemão e assim vale para as outras regiões. Opte sempre por restaurantes que não estão nos centros turísticos: os restaurantes são sempre caros. Em outras áreas, há sempre um restaurante charmoso e barato que você vai adorar! Tente conhecer os mercados. A comida é mais barata (Migros e Coop)

6) Escolha as atrações: Não deixe todas as atração da cidade para um único dia. Balance. Muitas filas e museus em um único dia cansam. Idas a mais de um Alpe ou Montanha, também.

7) Ande a pé: Os centros históricos das cidades suíças (grandes ou pequenas) não permitem a passagem de carros. Para tirar proveito, nada melhor do que caminhar! Caminhando você conhece de perto a arquitetura de cada prédio, tem mais contato com os suíços, conhece lugares especiais – como aquele restaurante pequeno todo charmoso…

8) Leve pouca bagagem: Se você for viajar utilizando trem (eu recomendo!) leve pouca bagagem. A maioria das estações tem escadas e degraus e, os trens tem poucos lugares para guardar a bagagem. Além, da sua locomoção da estação de trem até o hotel ficar mais fácil! 

9) Ande de trem: Aproveite a malha ferroviaria que a Suíça oferece para curtir as mais lindas  paisagens: são campos, lagos, montanhas… A maioria das estradas não passam por estes lugares. Além do mais, os centros históricos não permitem carros e as estações de trem ficam, na maioria dos casos, nos centros históricos 😉 Os trens são pontuais, rápidos e o ticketes  “em conta”.

10) Conheça os alpes: Tem um tempo a mais na Suíça? Conheça os Alpes! Eles são fantásticos e a viagem até eles maravilhosa. Há alguns perto de algumas cidades como Interlaken (Jungfraujoch – Top of Europe e Piz Glória), Zermatt (Matterhorn) e Lucerna (Monte Pilatos). No Jungfraujoch, há neve o ano todo!

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 Dica: Na Suíça nenhum comércio funciona aos domingos!

Horário de funcionamento

– Segunda a sexta-feiradas 8am – 6.30pm e nos sábados das 9am – 4pm

– Ônibus e tram funcionam das 5am até 12pm

Atenção: A água da torneira na Suíça pode ser tomada sem problemas, pois é potável, mas não é recomendada para quem tem problemas renais, pois se trata de uma água muito calcária. Fique ligado!

Baden

Baden é uma cidade da Suíça, situada no Cantão Argóvia. A língua oficial é o Alemão. O seu nome significa Termas, sendo Baden uma das mais antigas estâncias da Suíça. No tempo da ocupação romana, era conhecida como Aquae Helvetiae. Actualmente, Baden é um importante pólo industrial, com especial relevo para a engenharia electromecânica.

Baden

Baden

Estive na cidade por um final de semana, que é próxima a Zurich, para poder aproveitar as festividades e desfiles de carnaval. No dia do desfile, que começava por volta das 14 horas, descemos mais cedo para o centro, pois queria fotografar a parte antiga da cidade.

No caminho, cruzando a ponte, percebi porque a Suíça é tão charmosa: são pequenos detalhes que podem passar despercebidos, mas que mostra que o povo cuida do país como se estivessem dentro da sua própria casa: cada detalhe é importante na decoração do lugar.

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Estátuas de passarinho no corrimão da ponte

Da casa do meu amigo até o centro, leva-se em torno de 30 minutos a pé, mas para mim foi ótimo, pude ver boa parte da cidade, suas contruções, seus relevos. Tudo muito bonito! Chegando ao centro, fomos dar a volta e muitas das casas que estão ali foram construídas antes mesmo do Brasil ser descoberto! É uma aula de história a céu aberto.

Centro antigo de Baden

Centro antigo de Baden

Depois seguimos para a rua central, onde está a entrada da Antiga Cidade, antes vigiada dos constantes ataques do povo de Zurich (pois é, a Suíça também já foi uma terra de ninguém que vivia em guerra com os reinos vizinhos) e sentamos confortavelmente em um pub para acompanhar o desfile pela vitrine. Por que não ver do lado de fora? Estava congelando! -5ºC!

Mesmo assim, muita gente se aventurou a ficar do lado de fora pra ver as bandas de fanfarra e as pessoas fantasiadas passarem. Com certeza, um carnaval diferente do que eu estou acostumado. No final da tarde, fomos jantar na casa de uma brasileira, mas ao sair do pub, percebi como estava com fome.

Paramos em uma das barraquinhas e eu pude experimentar um outro prato típico suíço: o Bratwurst, que nada mais é do que salsicha de frango, pão e mostarda (que pode ser da normal ou picante – a escolha do cliente). Na versão alemã, também vai chucrute. Uma boa pedida pro inverno frio da Suíça!

Bratwurst

Bratwurst

Ao chegar na casa da brasileira, eu pude comer enfim, um jantar tipicamente nosso! Arroz, feijão e bife acebolado! Que delícia! Hahahahaha… Baden não estava no meu roteiro inicial pela Suíça, mas com certeza foi um local que valeu muito a pena conhecer!

No outro dia, fui dar outra volta no centro, pois havia esquecido de tirar foto do Castelo de Baden. Acabei não subindo suas escadarias, pois não haveria tempo, mas fica registrado o castelo, como o povo o via na época da Idade Média.

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Castelo de Baden

Depois, foi seguir de trem para o aeroporto de Zurich e dar continuidade a minha viagem pela Europa até Dublin, onde o novo capítulo da minha vida está pra começar, mas essa história fica pra outro post.

Auf Wiedersehen!

Zurich

Zurique é a maior cidade da Suíça. Localiza-se no nordeste do país, no centro da zona germânica. É a capital do Cantão de Zurique. Faz parte da Suíça desde 1351. A origem do nome está provavelmente nas línguas celtas com a palavra Turus. Os celtas colonizaram a área pelo menos desde 500 a.C.; o nome romano da cidade era Turicum.

A cidade é conhecida como a capital financeira da Europa. Entretanto, a título de cultura, a capital da Suíça é Berna e não Zurique, como muitos pensam. A cidade é charmosa, como grande parte das cidade europeias e durante o verão é possível fazer um passeio de barco por seu rio, conhecendo os principais pontos da cidade.

Centro de Zurich

Centro de Zurich

Para quem prefere caminhar e conhecer a cidade, tudo é pertinho. A igreja de St. Peterskirche é a igreja com o maior relógio de torre da Europa, de quase nove metros de diâmetro, sendo maior até do que o relógio do Big Ben. Dizem que esse é o motivo de os suíços serem tão pontuais.

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Do lado esquerdo, a igreja de St. Peterskirche com o maior relógio de torre da Europa

Do outro lado da ponte Münsterbrücke, fica a Catedral de Grossmünster, em estilo românico. A Catedral de Grossmünster – situada na margem leste do rio Limmat – ressalta na paisagem pela imponência de suas duas torres simétricas. Ela guarda uma das melhores vistas da cidade. Prepare-se fisicamente para encarar os 187 estreitos degraus que levam ao alto da torre, porque a vista vale o esforço.

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Catedral de Grossmünster

O legal dessa Catedral é que ela possui uma miniatura em sua frente, para que os deficientes visuais possam “sentir” a Catedral e saber como ela é.

Miniatura da Catedral para deficientes visuais

Miniatura da Catedral para deficientes visuais

Terminamos o dia no Jules Verne Panorama Bar, um bar que fica em uma torre de observatório e que dá vista 360º para toda a cidade de Zurich. Com certeza, uma boa pedida. O bar vive cheio, mas ainda não é muito conhecido dos turistas, por isso, vale a pena ir até lá para tomar um café.

Vista do bar Jules Verne

Vista do bar Jules Verne

Brincando na neve

Nada como viver algo nunca antes vivido para dar alimento à alma e ao espírito, correto? CORRETÍSSIMO!

No segundo dia em que eu estava em Stans, minha amiga me levou para sua cidade natal para que pudéssemos subir a montanha e andar de trenó.

No alto da montanha

No alto da montanha

A cidade natal dela fica a 10 minutos de carro de Stans, então rapidamente estávamos aos pés da montanha. Pegamos o bondinho e subimos até a primeira etapa.

Mal sabia a subida que me esperava

Mal sabia a subida que me esperava

Começamos a subir a montanha e o frio e o ar rarefeito já faziam meus pulmões pedirem arrego. Nesse caminho, lembrei de um post da Adriana Muller falando sobre a experiência dela em subir o Kilimanjaro na África (para ler sobre a experiência fantástica que a Dri teve, clique aqui). Ali eu vi, que se eu quiser fazer algo igual, terei que treinar muito e melhorar 100% meu condicionamento físico.

Pude então, durante a subida, fazer uma parada e pela primeira vez, fazer um anjo na neve! Não tive dúvidas: me joguei – literalmente – no colchão fofo de neve (e que era realmente muito fofo!) e comecei a mexer meus braços e pernas para cima e para baixo. Foi inesquecível!

Fazendo o anjo na neve

Fazendo o anjo na neve

Lembre-se que, para fazer algo assim, é necessário roupa térmica e de preferência, resistência a água, pois a neve derrete e de repente você pode se ver todo molhado em um local super frio, o que não seria muito legal.

O anjo pronto

O anjo pronto

Continuamos a subida até a Capela e era tudo tão lindo, tão branco, tão fofo que dava vontade até de provar! E adivinha o que fiz? Provei a neve! Hahahaha Estava com uma sede e foi ali mesmo que me esbaldei. Não sei explicar, mas a neve tem um gosto delicioso, talvez por causa dos pequenos flocos com aroma de madeira. Só tomei cuidado para pegar o mais acima possível, evitando a “neve amarela” (batizada com xixi de cachorro – eca!)

Experimentando neve - zero calorias, muito mais saudável que qualquer sorvete, frozen ou sorbet!

Experimentando neve – zero calorias, muito mais saudável que qualquer sorvete, frozen ou sorbet!

Descemos a montanha inteira montados no trenó, fazendo as devidas paradas onde a neve não permitia a descida ou quando o chão estava com uma crosta de gelo onde não era seguro. Adorei a descida, mas tive meus momentos de medo e senti dores nas mãos e nas costas por dias por causa da tensão. Realmente não nasci para esportes radicais! Hahahahaha

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No meio do caminho, descobri que podia ser um unicórnio de gelo!

Chegamos quase de noite ao pé da montanha, exaustos, mas muito felizes por termos feito isso. Adorei a experiência!

Fui brindado com essa bela igreja no fim do passeio!

Fui brindado com essa bela igreja no fim do passeio!

Oral-B

Já pensou em participar em uma daquelas propagandas de creme dental onde te param no meio da rua e falam pra você entrar em uma sala com luz negra para ver a placa em seus dentes?

Quando eu estava no Brasil e via essas propagandas, achava que era tudo de mentira! Mas na Europa, isso acontece e eu fui testar pra ver se meus dentes estavam ok, mesmo depois de uma xícara de café. Olha aí o resultado:

Sorriso Colgate dentro da sala de luz negra da Oral-B

Sorriso Colgate dentro da sala de luz negra da Oral-B

Na saída, graças a um numerozinho mágico, pudemos escolher um brinde e eu fiquei com o pendrive de 4GB da Oral-B. Muito legal!

A casinha da Oral B na estação de trem central de Zurich

A casinha da Oral B na estação de trem central de Zurich

Lucerna – Stans

Quando decidi vir para a Europa, o primeiro lugar que escolhi para morar foi a Suíça. Não porque eu tivesse algum trabalho ou escola já me esperando, mas porque entre as pessoas que entrei em contato, foi minha amiga de lá que respondeu dizendo que seria um prazer me receber.

Nesse período de preparação, claro que a primeira coisa que fiz foi comprar a passagem. Em janeiro, ela veio conversar mais seriamente comigo e disse que pretendia sair de seu apartamento para que eu ficasse por 2-3 semanas, para procurar um emprego e um local para eu morar. Entretanto, analisando a questão do conforto, do custo de vida da Suíça, eu não falar a língua oficial do país, pareceu-me que esse era um aviso dos Céus para eu alterar meus planos iniciais. E foi o que fiz: decidi que iria para a Irlanda com o Rick.

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Montanha em Stans

Liguei então para a companhia aérea para cancelar o trecho de Zurich da minha passagem, pois pretendia voar até Londres e lá pegar outro voo para Dublin. Para minha surpresa, só pra cancelar a passagem haveria um custo de R$1.200, fora a diferença tarifária. Desisti na hora. Era melhor ir para Zurich, ficar uns dias com minha amiga e de lá seguir para Dublin, ainda mais porque o valor da passagem de Zurich para Dublin era de R$275.

Vista da sala do apartamento em Stans

Vista da sala do apartamento em Stans

O voo até Zurich foi tranquilo, como eu já comentei aqui. Minha amiga mora a uns 40 minutos de carro de Zurich, então fomos diretamente para a casa dela. Estava tudo cheio de neve, as montanhas, tudo tão bonito! Chegamos, eu tomei um banho e logo saímos para dar uma volta em Lucerna, onde eu tive os primeiros vislumbres de como era o Carnaval na Suíça.

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Começam as comemorações de carnaval em Lucerna

Aproveitamos a ida a Lucerna para conhecer o principal ponto turístico da cidade. A Ponte da Capela.

Chapel Bridge

Chapel Bridge

Construída na primeira metade do século 14, como parte das fortificações da cidade e nomeada após a Capela de São Pedro, que fica nas proximidades. As pinturas internas, que foram adicionados no século 17, ilustram cenas da história suíça e local, incluindo as biografias de santos padroeiros da cidade, St. Leodegar e St. Maurice.

Capela de São Pedro

Capela de São Pedro

Terminamos a noite em um bar que proporciona uma ótima vista da cidade de forma geral. Um encanto!

Vista do bar

Vista do bar

Último drink antes de ir para casa

Último drink antes de ir para casa