Como é a divisão dos bairros em Dublin?

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Tenho pesquisado tudo que posso sobre Dublin. Baladas, bares, pizzarias, restaurantes, escolas de inglês, escolas de dança, academias, faculdades, shopping centers, supermercados, etc. O engraçado é que todo endereço da cidade vem acompanhado de um número, por exemplo: Dublin 1, 2, 3, 4 e assim por diante.

Fui pesquisar e entender o porque. Achei uma boa resposta no blog do Rick.

A cidade de Dublin é dividida em 24 regiões e dentro de cada região, existem os bairros, que por derivarem de nomes gaélicos, não são muito fáceis de assimilar. A única região que não tem número é a região do Porto de Dublin (Dun Laoghaire).

As regiões de 1 a 9 são conhecidas como regiões centrais e de 10 a 24, periféricas. A maioria das escolas está localizada em Dublin 1 e 2 e consequentemente, a maioria das casas de estudantes também.

Dizem que quem mora das regiões de 1 a 9, chega ao centro da cidade, Dublin 1 e 2, com no máximo 20 minutos de caminhada.

Hoje moro em Dublin 15. Muita gente quando digo isso olha pra mim como se eu fosse um ET. Brasileiros preferem morar no centro e fazer tudo a pé. Eu também prefiro. Na minha cidade no Brasil, morava em uma região central também.

Mas morar em Dublin 15 me dá algo que alguns brasileiros não podem ter: a experiência da vida irlandesa. Aqui na região de Blanchardstown eu tenho tudo que preciso: um parque para me exercitar, shopping com supermercado e cinema, apenas vizinhos irlandeses (nada de ouvir português o tempo todo), um bairro tranquilo, sem barulho. Enfim, é por aqui que os irlandeses moram.

E utilizando o transporte público, fazendo compras aonde eles fazem e indo para o centro apenas quando necessário me faz sentir mais parte ainda desse país que estou amando conhecer.

E acho que hoje, não trocaria essa paz e experiência por nada!

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1 mês

Hoje faz 1 mês que saí do Brasil. Sinto saudade da família, dos amigos, dos encontros semanais, da rotina, até do meu quarto e da minha cama!

Nesse 1 mês vivi 1 ano. Vi e vivi coisas diferentes, novas, inesperadas. Estou aprendendo a ser dono do meu próprio nariz e isso dói.

A mágica acontece ao sair da zona de conforto

A mágica acontece ao sair da zona de conforto

Nesse 1 mês houve altos e baixos, momentos de extrema alegria e profunda tristeza: “É a bipolaridade do intercâmbio, tudo fica mais intenso”, vão dizer. E eu concordo. Só estando fora da bolha para saber a falta que a bolha faz.

Entretanto, é algo necessário: eu não saberia viver sem sair da minha zona de conforto. Quanto tempo mais vou ficar? Quem sabe? 7 dias, 1 mês, 1 ano, 10 anos? Difícil precisar. Confio que ficarei o tempo que for necessário.

Sei que uma batalha foi ganha, mas a guerra, ainda está longe de acabar…

Culinária na Irlanda

A cozinha irlandesa é tradicional, simples e rústica. Desde o inicio da povoação da ilha, o objetivo da cozinha irlandesa era dar uma boa alimentação ao povo pobre.

A cozinha da Irlanda pode ser apreciada em duas categorias:

• tradicional, principalmente pratos simples
• atual (moderna), servido nos hotéis e restaurantes para turistas.

A rainha da cozinha irlandesa é claramente a batata. Assada, no forno, simplesmente cozida e alinhada com perejil ou acompanhada com cebolas pode-se comer ao longo de todo país.

A batata é base de muitos pratos tradicionais da Irlanda. A batata chegou à Irlanda na segunda parte do século 17. Desde esse tempo, a batata foi a primeira fonte nutritiva dos pobres junto com buttermilk (pequena quantidade de leite, sobra do processo de fazer manteiga). A batata é extremamente importante como fonte de energia, vitaminas (vitamina C) e minerais. Batatas foram também utilizadas para alimentar porcos. Na chegada do inverno, os porcos eram mortos e o presunto e bacon armazenado. O povo da Irlanda foi muito dependente da colheita das batatas.

Ainda hoje, a batata é dominante na comida Irlandesa e alguns pratos são:

• Colcannon: batata, alho, repolho
• Champ: batatas amassadas misturadas com salsa-cebolinha cortada
• Irish Stew (ensopado)
• Boxty: panquecas de batatas
• Dublin Coddle: lingüiça do porco cozido com ensopado e batatas

Dublin Coddle

Dublin Coddle

No século 20, os Irlandeses adaptaram a comida da cultura ocidental, o fast food dos Estados Unidos e os pratos da Europa continental junto com pratos de outras paises do mundo. As prateleiras no supermercado são cheias de ingredientes para a comida tradicional da Europa, América e Ásia.

A comida tradicional irlandesa à base de carne, gordura, manteiga e fritura, junto com a proliferação do fast food são as causas dos sérios problemas de saúde do povo irlandês. A Irlanda tem uns dos mais altos índices de infartos no mundo. Com campanhas na televisão e programas educativos nas escolas, o governo faz um esforço muito grande para combater este problema.

Com conseqüência destes esforços surgiu, no último quarto do século passado, uma nova cozinha irlandesa, baseada nos ingredientes antigos, mas adaptada nas exigências modernas. A cozinha está baseada em vegetais frescos, peixe, principalmente salmão e truta, ostras e outros crustáceos, soda bread (pão de soda), uma grande diversidade de queijo feito à mão e naturalmente a batata.

Soda Bread

Soda Bread

O café da manhã é à base de carboidratos e proteínas, para ganhar energia e seguir durante o dia, e é algo que deve ser provado, como eu já comentei aqui. Há também os ricos pratos de carne e frango sazonados com todo tipo de especiarias, para qualquer paladar.

Bebida

Inevitavelmente a cerveja em todas as suas variedades e sabores, é a bebida por excelência. Guiness é a marca nacional.

A Cerveja dry stout ou Irish stout é uma cerveja bem escura feita com malte assado ou cevada assada. Quando apareceu a cerveja clara, o stout perdeu mercado em todo o mundo, mas não na Irlanda.

Hoje temos 3 grandes cervejarias na Irlanda:

• Guinness
• Murphy’s
• Beamish

Guinness é uma cerveja escura, originária da cervejaria Arthur Guinness’s St. James Gate em Dublin. É uma das mais prósperas marcas de cervejas no mundo. O nome é bem encadeado com a Irlanda, mesmo que a cervejaria faça parte da multinational Diageo. O tipico sabor da cerveja é influenciado da cevada assada sem fermentura.

Irish Stew (Ensopado)

Irish Stew

Irish Stew

Um prato comum de vegetais, carne, aves domésticas ou mariscos, cozidos num caldo. A diferença entre sopa e stew é muito ténue. O ensopado é menos liquido que a sopa e serve-se como prato principal e não como entrada.

Porridge

Porridge

Porridge

Um prato bem simples, feito com aveia (normalmente esmagada) ou outro cereais, cozido na água, leite ou numa mistura de água e leite.

Café de manhã irlandês

Café da manhã irlandês

Café da manhã irlandês

O café de manhã irlandês é volumoso e pesado: linguiça de porco, bacon em fatias, ovos, pudim preto (sangue cozido na carne), cogumelos, pudim de aveia branco, chá ou café, torrada ou pão de sódio.

Irish Whiskey

Vê a diferença como é escrita a palavra whiskey, com um “e”, na Escócia está escrito “whisky”. O nome vem duma palavra irlandesa significando “água da vida”.

Temos vários tipos de whiskey’s na Irlanda:

• Single Malt, 100% cevada preparada com malte
• Pure Pot Still, uma mistura de cevada preparada com ou sem malte
• Blended Whiskey, mistura de cevada preparada com malte e outras cereais como milho ou trigo

Típico para o whiskey da Irlanda é o pure pot still whiskey, destilado no pot still (whiskey’s de outros cereais são feitos no column still). A cevada verde, sem preparação com malte, dá ao whiskey este sabor temperado sem paralelo.

Na Irlanda há muito menos destilarias que na Escócia. Resultando dos muitos problemas económicos durante os séculos passados. Agora só há 3 destilarias na Irlanda, mais cada uma delas produz vários tipos de whiskey’s diferentes:

• Midleton
• Bushmills
• Cooley (o único com dono irlandês)

Dizem que o whiskey irlandês foi uma das mais velhas bebidas destiladas na Europa. A Bushmills alega que eles têm a licença mais antiga do mundo para destilação: a licença é do James I de 1608.

Irish coffee

Café irlandês

Café irlandês

O café irlandês clássico compreende: café quente, whiskey irlandês e açúcar com creme batido flutuando em cima, servido no copo.

Baileys Irish Cream

É um licor de R.J. Bailey & Co de Dublin. Baileys é feito do whiskey irlandês junto com nata e com um sabor suave e doce de café, amêndoa, avelã e noz moscada.

Fonte: http://www.vouprafora.com.br

Primeira refeição feita em casa em Dublin

Enquanto estava na Suíça, pude cozinhar na hora do almoço, mas como ficava sozinho, sempre acabava fazendo coisas simples e que acabassem naquela refeição, pois como falei em posts anteriores, minha amiga sempre queria cozinhar algo especial para nós, para mostrar a hospitalidade suíça e eu poder experimentar os pratos típicos do país.

No aeroporto de Zurich, no dia da minha ida para Dublin, minha janta foi uma coca-cola e uma barra de chocolate suíço. Cheguei em Dublin dia 11 de fevereiro pela noite, então não tivemos tempo de cozinhar. Comi um pão com presunto e queijo e fui pra cama, pois estava bem cansado da viagem. No outro dia, o Ricardo tinha aula e eu fiquei sozinho, então me aventurei até o mercado mais próximo e comprei algo congelado apenas para matar a fome.

Estava decidido: no jantar daquele dia, iríamos cozinhar algo porque eu precisava comer comida de verdade. O Rick estava na mesma: há 10 dias que ele comia só coisas em lanchonetes fast food e congelados e também estava morrendo por um prato de comida caseira. Fomos até o mercado de novo quando ele chegou da escola e já fizemos a compra da semana.

Antes de tudo, aprender a ligar o fogão!

Antes de tudo, aprender a ligar o fogão!

Claro que tivemos que fazer algumas adaptações: eu adoro cozinhar o arroz com o tempero meu arroz. Prático, fácil, deixa o arroz soltinho sem drama. Aqui, claro, não existe (alguém trafica pra mim?), mas demos um jeitinho. Falta só aprender a deixar esse arroz daqui sequinho e isso tem sido um parto, mas eu chego lá!

O feijão também já vem enlatado, com molho de tomate. Eu particularmente adoro e já comia no Brasil assim, mas podem haver alguns patriotas que não vão aprovar a ideia.  Até há a opção do feijão que conhecemos em lojas indianas e brasileiras, mas não acho que o valor do crime compense. E se estamos em outro país, porque não nos adaptarmos à ele, ao invés de querer que ele se adapte à nós?

Não é molho de tomate: é feijão!

Não é molho de tomate: é feijão!

Para a minha sorte, legumes congelados são encontrados com bastante facilidade por preços que valem a pena! Também tem outra coisa aqui que sai super barata: cogumelos! Vou comer até enjoar!

Muitas vidas extras por aqui!

Muitas vidas extras por aqui!

E juntando todos os ingredientes, o resultado foi esse aí embaixo:

Arroz, feijão, frango assado, porção de legumes e salada!

Arroz, feijão, frango assado, porção de legumes e salada!

Aqui, como já esperado, a carne de vaca é muito cara. Por isso, temos comido muito frango, algumas vezes carne de porco e muito ovo. Quando a vontade suprema de comer carne bate, corremos para o Mc Donalds ou Burger King, que embora não seja aquela picanha sangrando do churrasco, já ajuda a matar um pouco da vontade.

E pra acompanhar o prato, compramos a famosa Dr. Pepper, uma “coca-cola” com aroma de cereja. Uma delícia!

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Dr Pepper: paixão no primeiro gole!

E fica a dica: embora o fast food seja realmente super barato em qualquer lugar do mundo, se rolar comprar as coisas no supermercado para comer, no orçamento da sua viagem, vai sobrar dinheiro para alguns passeios extras.

Enjoy!

Meridiano de Greenwich

Tanto nas aulas de geografia no colegial, como nas de cartografia na faculdade e depois nas aulas de navegação no curso de comissário de bordo, aprendi como ver, reconhecer, entender e calcular os fusos horários do planeta.

As zonas horárias ou fusos horários são cada uma das vinte e quatro áreas em que se divide a Terra e que seguem a mesma definição de tempo. O termo fuso denomina a porção de superfície esférica compreendida entre dois semiplanos que partem de um diâmetro da esfera, assemelhando-se à superfície externa de um gomo de laranja.

Anteriormente, por volta do ano 1300, ou já antes, usavam-se o tempo solar aparente, passagem meridiana do sol, de forma que a hora do meio-dia se diferenciava de uma cidade para outra. Os fusos horários corrigiram em parte o problema ao colocar os relógios de cada região no mesmo tempo solar médio.

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Fusos horários do planeta

Em 1884, foi realizado a Conferência Internacional do Primeiro Meridiano, em Washington D. C., Estados Unidos. A proposta era padronizar a utilização mundial da hora legal. Acabou sendo aceito a teoria de Fleming. A longitude 0° passaria pelo Observatório Real de Greenwich. Os outros fusos seriam contados positivamente para leste, e negativamente para oeste, até ao Meridiano de 180º – o Anti-Meridiano, situado no Oceano Pacífico, onde seria a Linha Internacional de Data.

Marco Zero - Meridiano de Greenwich

Marco Zero – Meridiano de Greenwich

Por que estou falando disso? Semana passada, ao alterar o horário do meu computador para o horário de Dublin, percebi que ele está no mesmo fuso que Londres. Isso significa que estou na hora UTC. O Tempo Universal Coordenado (em inglês: Coordinated Universal Time), ou UTC (acrónimo de Universal Time Coordinated), também conhecido como tempo civil, é o fuso horário de referência a partir do qual se calculam todas as outras zonas horárias do mundo. Ou seja, estou no fuso zero!

Pesquisando, vi que Greenwich fica a 600km de Dublin, na cidade de Londres. Ou seja,um voo rápido até a Capital Britânica me colocaria de frente com algo que eu estudei durante tantos anos e usei durante 1 ano e meio para trabalhar no aeroporto.

Pode não parecer muito excitante para quem olha de fora, mas eu sou um apaixonado por história e estudos e quando surgem pequenas oportunidades como essa, eu simplesmente não posso perder! Na ida a Londres, esse passeio já está confirmado na lista de coisas que quero fazer.

Malahide Castle

Castelo de Malahide é um castelo localizado em Malahide, um vilarejo irlandês próximo à Dublin. O castelo está situado em um parque regional.

A propriedade teve início em 1185, quando Richard Talbot, um cavaleiro que acompanhou Henrique II à Irlanda em 1174, foi beneficiado com as “terras e porto de Malahide”. As partes mais velhas do castelo datam do século XII, quando serviu de residência à família Talbot por 791 anos, de 1185 até 1976, sendo a única exceção o período de 1649-1660, quando Oliver Cromwell agraciou Miles Corbet após a conquista Cromweliana da Irlanda. O edifício foi notavelmente ampliado durante o reino de Eduardo IV, e as torres foram adicionadas em 1765. Atualmente é aberto para visitação e pode ser acessado pela Malahide Road.

Malahide Castle

Malahide Castle

Mesmo com a neve, temperatura beirando a 0º, hoje cedo, eu, Rick e mais alguns brasileiros que conhecemos no grupo de Dublin no facebook fomos conhecer esse castelo. A viagem pode ser feita de DART (o trem da Irlanda) ou de ônibus pela linha 42 do Dublin Bus. De trem, método que utilizamos, leva em torno de meia hora do centro de Dublin até o vilarejo. O valor de ida e volta do trem sai por €5,20

Igreja e cemitério próximo ao Malahide Castle

Igreja e cemitério próximo ao Malahide Castle

Da estação de Malahide, é só ir até a Malahide Road e seguir as placas em direção ao castelo. Como a Irlanda não possui família real, o castelo pode ser um pouco decepcionante, mais parecido com um Chateau, mas eu achei super charmoso. A propriedade em que ele está possui vastos gramados, os escombros de um antigo cemitério e Igreja. No geral, o parque é usado, pelo que pude perceber, para atividades poliesportivas e lúdicas, mas que o lugar respira história, isso ninguém pode negar.

Brasileiros em Malahide. Curtindo o "friozinho" de 1ºC

Brasileiros em Malahide. Curtindo o “friozinho” de 1ºC

Depois de visitar o castelo, aproveitamos para ir atrás da praia de Malahide. Eu e os outros queríamos ver de perto uma praia europeia. Embora Malahide esteja situada em uma baía banhada pelo mar da Irlanda, já seria um começo, né? Andamos conforme nos foi dito, mas depois de um tempo caminhando, descobrimos que estávamos no caminho errado e que a praia na verdade estava perto de onde começamos a caminhada! Barreiras do idioma, alguns vão dizer. O que eu sei é que foi engraçado, ainda mais porque a frase que ecoou foi “independente do lado, estamos em uma ilha, uma hora veremos o mar”.

Antes de chegar na praia, tivemos a chance de tirar essas fotos:

No meio do caminho, outro cemitério!

No meio do caminho, outro cemitério!

Nas lápides, ao invés de buquês, vimos várias guirlandas...

Nas lápides, ao invés de buquês, vimos várias guirlandas, que simbolizam o triunfo da vida sobre a morte

Dizem que o segredo é projetar seu desejo como se ele já tivesse sido realizado. Por que não tentar?

Dizem que o segredo é projetar seu desejo como se ele já tivesse sido realizado. Por que não tentar?

Depois, no meio de tanta neve e frio, conseguimos achar a praia, que não era bem uma praia, mas que dava pra sentir aquele cheiro característico de litoral. Pisamos na areia, colocamos a mão na água (que estava super gelada!), sentimos o vento (que ali parecia mais forte). Só não entramos na água mesmo para um mergulho porque placas sinalizavam que a correnteza era forte demais (brincadeira!)

Malahide Beach: cadê o pessoal vendendo cerveja, água de coco, camarão, cachorro quente, a mãe...?

Malahide Beach: cadê o pessoal vendendo cerveja, água de coco, camarão, cachorro quente, a mãe…?

No fim, o passeio valeu muito a pena. Conhecemos pessoas fantásticas, alegres, rimos a manhã inteira e riscamos mais um destino irlandês da lista! Quem sabe no verão não damos mais uma volta por lá? Malahide é um ótimo passeio para quem tem um dia a mais em Dublin em seu roteiro, pois pode ser feito em meio dia e por um custo super reduzido. Recomendo!

Malahide Beach

Malahide Beach

 

Irish Breakfast

Essa semana andando pelo mercado, vi na parte de congelados o café da manhã irlandês prontinho, por €4, sendo necessário só colocar no microondas! Não tive dúvidas e comprei, pois adoro experimentar essas coisas que para nós, são tão diferentes.

Vou explicar porque: diferente do período que passei na África do Sul, em que eu estava morando com uma família de lá, muçulmana, em que tive a chance de experimentar o que eles comiam diariamente, aqui sou eu que cozinho. Logo, fica muito mais difícil de saber o que o povo come, sendo que eu tenho a chance de fazer minha própria comida.

Eu poderia até procurar a receita na internet e tentar fazer, mas não seria a mesma coisa. Embora comida congelada nunca seja igual a uma feita na hora, eu teria a oportunidade de experimentar um pouquinho do cotidiano do país. Por isso, comprei!

Caixinha do irish breakfast congelado

Caixinha do irish breakfast congelado

E o que os irlandeses comem pela manhã? O café de manhã irlandês é volumoso e pesado: lingüiça de porco, bacon em fatias, ovos, pudim preto (sangue cozido na carne), cogumelos, pudim de aveia branco, chá ou café, torrada ou pão de bicarbonato.

No caso desse congelado, vieram duas fatias de bacon, duas linguiças de porco, um pudim preto e um pudim branco. Incrementei fritando os ovos e adicionando torradas ao prato. Ficou surpreendentemente maravilhoso!

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Irish Breakfast pronto

Também já ouvi dizer que eles incluem feijão ao prato. Para o café da manhã completo, sirva café ou chá, suco de laranja e uma porção de frutas.

Avaliação final? O prato é delicioso e recomendado, embora comê-lo todo dia, vá fazer aumentar um pouco os quilinhos extras. Por isso, que tal deixar para comer o irish breakfast apenas aos domingos?

Vale a pena experimentar.