O que você prefere? A arrogância ou a falsa modéstia?

O que você prefere, passar por falso modesto ou arrogante? Sinceramente, prefiro o segundo. Detesto falsa modéstia assim como detesto os falsos modestos. Modéstia a parte, prefiro muito mais aqueles que falem “sou bom mesmo” “faço mesmo”. Muitas pessoas olham feio, criticam, xingam, tomam aversão a pessoas que botam a cara para bater e dizem que são bons.

O que quero falar na verdade é que existe uma grande diferença entre se achar bom ou ser bom, se achar medíocre ou ser medíocre ou pior, se achar foda e ser um medíocre. O falso modesto é o pior arrogante, pois ele se inferioriza para ser mais elogiado e ter o ego ainda mais massageado. O pior arrogante é aquele que usa isso para inferiorizar outras pessoas. E eu estou falando do arrogante com procedência, não o medíocre que se acha o cara.

Estou escrevendo este texto por um motivo, por passar muitas vezes por arrogante, por dizerem que eu me acho o máximo. Primeiro, não tenho motivos para me achar o máximo. Ainda não o sou, mas vou ser. E é essa a grande diferença, sei do meu potencial e sei o que posso alcançar na minha vida. E não, não tenho medo algum de dizer isso. Se por eu saber o que eu quero, por correr atrás disso e por mostrar algumas vezes que tenho chances reais de alcançar meus objetivos, eu sou taxado de arrogante, então que seja assim.

Quem não gosta de ser elogiado? Quem não gosta de ter o esforço e o trabalho reconhecidos? O problema é que enquanto você se inferioriza e se rebaixa todos continuam te achando um cara muito bacana, mas quando você diz “Obrigado, ficou muito bom mesmo” as pessoas já te chamam de arrogante e não-sei-mais-o-que. Olha, estou longe, mas muuuito longe de ser o profissional que deveria ou que poderia, e muito mais longe de ser o que eu quero ser. Mas estou no caminho e estou trilhando ele da maneira certa, dando passos muito bem pensados. Se eu vou alcançar? Vou. Estou trabalhando para isso. E se você não tem essa determinação, se você não sabe o que quer, me desculpe, mas você vai me achar um prepotente filha da mãe. Admiro as pessoas que aos 20 e poucos sabem o querem e correm atrás, que não esperam as coisas caírem do céu e que sabem reconhecer quando errou e por que não, reconhecer quando acertou.

Na nossa cultura, aprendemos desde cedo que só podemos lembrar dos nossos erros, e fazem questão de fazerem isto por nós. Eu me lembro dos meus erros – aprendi muito com eles – mas também lembro dos meus acertos, e sei que posso melhorá-los. É muito mais fácil julgar uma pessoa que se arrisca do que se arriscar, é muito mais fácil julgar quem bota a cara a tapa do que botar a própria cara a tapa.

Confie no seu taco e não deixe que palavras de terceiros diminuam quem você é!

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