31 de maio – Dia do Comissário de Bordo

Para quem não sabe, hoje se comemora o dia do comissário de bordo. Essa é uma data muito importante para mim, porque desde muito cedo – por volta dos 16, 17 anos, quando comecei a fazer um trabalho voluntário nos aeroportos de São Paulo e ao ver aquele pessoal que desembarcava todo uniformizado que eu descobri o que queria fazer da minha vida.

Não foi fácil: na época, eu era muito novo mesmo para fazer o curso. Quando completei a idade necessária, preferi deixar o sonho na gaveta e me graduar. Enquanto isso, fui me capacitando, melhorando meu inglês, começando a estudar espanhol na faculdade, tudo com o intuito de chegar lá. No terceiro ano de curso, fui trabalhar no aeroporto de Bauru, para ter noção de como a aviação operava. Entrei como agente de aeroporto em uma companhia que já não opera mais em minha cidade.

E foi ali que descobri que era isso mesmo que eu queria: mesmo tendo que acordar as 4h30 da manhã pra ir trabalhar, mesmo que estivesse chovendo, frio, neblina. Mesmo que dezenas de passageiros gritassem comigo porque o voo estava cancelado ou atrasado, eu estava feliz. Era aquilo: eu não tinha um emprego. Eu tinha um trabalho. Um trabalho que eu amava.

Quando me formei na faculdade, assim que tive a possibilidade, fiz o curso de comissário e sinto que estou cada vez mais perto de realizar meu sonho. Mas… que tal voltar um pouco ao passado?

Onde surgiu a profissão de comissário de bordo?

A profissão começou com uma distinta senhora, Ellen Church. Ela era formada como piloto e enfermeira. Entretanto, Steve Stimpson, o gerente do escritório de San Francisco da companhia aérea BAT (Boeing Air Transport), não queria contratá-la como piloto, mas aceitou sua sugestão de colocar enfermeiras a bordo das aeronaves para acalmar os passageiros que tinham medo de voar.

Ellen Church - primeira comissária de bordo

Ellen Church – primeira comissária de bordo

Em 1930, ela foi contratada como chefe de cabine e recrutou outras 7 enfermeiras para um período de 3 meses de experiência. Nos anos seguintes, outras companhias aéreas seguiram o exemplo da BAT, colocando comissárias de bordo nas aeronaves.

E porque o dia do comissário de bordo é comemorado no dia 31 de maio?

Em 1973, comissários da Varig, representando 44 países, participaram do Congresso dos Comissários de Vôo – Concov. O evento terminou no dia 31 de maio, com a fundação do Internacional Flight Attendants Association – IFAA -(Associação Internacional dos Comissários de Vôo). Uma canadense foi eleita para presidir a associação e o posto de vice-presidente ficou para um comissário alemão. A partir de então, 31 de maio foi estipulado como o Dia Internacional do Comissário de Vôo. Mas a data só seria decretada oficialmente em 1986. (Fonte: Livro A origem de Datas e Festas)

Então hoje, congratulo todos os meus amigos que já estão voando e aos que não estão, o sonho e a vontade, junto com a fé, nunca devem ser abalados. Se é isso que queremos para nossas vidas, uma hora vamos abrir nossas asas e voar! É só acreditarmos.

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Panqueca doce de banana com canela e leite condensado

Esses dias fizemos um festival de panqueca em casa e quisemos inovar na hora da sobremesa: e se fizéssemos panqueca doce? Os sabores tradicionais de chocolate, beijinho, prestígio, sensação logo foram descartados porque seriam muito doces ou enjoativos, mas como já estava começando aquele clima de friozinho, porque não recheá-las com uma mistura de banana com canela e leite condensado?

Ingredientes

Massa

  • 2 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 2 xícaras (chá) de leite
  • 3 ovos
  • 1 pitada de sal

Recheio

  • 5 bananas grandes e maduras
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 lata de leite condensado
  • Canela em pó
  • Um pouco de água

Receita passo a passo

  1. Bata todos os ingredientes no liquidificador por 2 minutos, em seguida desligue e com uma colher misture a farinha que grudou no copo do liquidificador, bata novamente só para misturar, reserve.
  2. Utilize uma frigideira média antiaderente para fritar as panquecas, unte a frigideira com um fio de óleo e leve ao fogo até aquecer.
  3. Com o auxílio de uma colher concha pegue uma porção de massa e coloque na frigideira, gire a frigideira para espalhar bem a massa.
  4. Abaixe o fogo e deixe dourar por baixo em seguida vire do outro lado e deixe dourar. Repita o processo com toda a massa.
  5. Para o recheio, em uma panela, coloque a manteiga e depois de quente acrescente banana, a água, a canela e o leite condensado.
  6. Deixe levantar fervura, abaixe o fogo e mexa até que a mistura esteja como um creme ou até que apareça o fundo da panela.
  7. Enrole as panquecas com o recheio de banana, coloque-as em um refratário.
  8. Se preferir, jogue outra lata de leite condensado por cima das panquecas montadas, salpique canela por cima e leve ao forno em fogo baixo por 20 minutos.
  9. Sirva a seguir.

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Panqueca doce de banana com canela e leite condensado

Dicas finais

  • A receita da massa dá em torno de 15 panquecas. Meia concha de medida dará essa porção. Caso queira uma panqueca mais grossa, meça uma concha por porção.
  • Sirva sempre quente a panqueca.
  • Experimente os outros sabores como chocolate, prestígio e sensação (chocolate com morango)
  • É uma ótima pedida para as noites de inverno com amigos.

Compota de mamões verdes

Sabe aquele dia mais friozinho que você está em casa, praticamente sozinho e dá vontade de comer algo que você não sabe bem o que é, mas que quando começa a pensar melhor a respeito, percebe que está sentindo falta daquele cheiro de canela ou cravo se espalhando pela casa, ou o cheiro do bolo de chocolate ou banana que sentia na casa da avó?

Essa receita é para matar esse tipo de saudade com o paladar. O doce de compota, seja se laranja, mamão, abóbora esteve muito presente na minha infância e o sabor dele remete aos finais de semana que eu passava na casa da minha avó, quando o mundo não tinha mais problemas do que escolher entre comer o bolo ou o doce.

Mas chega de papo. Vamos a receita:

Ingredientes

  • 2 ou 3 mamões verdes (dependendo do tamanho do mamão e de quantas pessoas irão comer, um é suficiente)
  • Açúcar
  • Água
  • Raspas de um limão

Receita passo a passo

  1. Risque os mamões para que percam o leite.
  2. Mais ou menos uma hora depois, corte-os em pedaços.
  3. Elimine as sementes, raspe-os um pouco por dentro e rale todos os pedaços sem lhes tirar a casca, deixando-os de molho até o dia seguinte.
  4. No dia seguinte, escorra muito bem, meça a massa em xícaras (chá), junte-lhe a mesma quantidade de xícaras de açúcar.
  5. Leve tudo ao fogo com um pouco de água e as raspas do limão.
  6. Deixe cozinhar em fogo brando e mexa de vez em quando.
  7. Quando começar a secar, mexa sem parar, até aparecer o fundo da panela ou até o caldo ficar com aparência de caramelo.
  8. Deixe, então, esfriar e guarde em compoteiras.

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Compota de mamões verdes

Compota de mamões verdes

Dicas finais

  • Se a receita for para 4 pessoas, um mamão grande e verde é mais do que suficiente
  • É possível trocar a raspa de limão por cravos da índia, fica uma delícia e aromatizado
  • O doce pode ser comido com queijo branco, minas ou cottage
  • A receita é um pouco demorada por causa do apuramento da compota, por isso, escolha um dia que tiver tempo para deixar o doce chegar no ponto desejado
  • Embora a receita peça a mesma proporção de açúcar para a quantidade de mamão, um terço de açúcar do pedido é mais do que suficiente para caramelizar a compota
  • Se ficar muito doce, após gelar, experimente misturar uma caixa de creme de leite. Vai tornar o sabor do doce mais suave.

Ave recheada à mineira

O post está um pouco muito atrasado, mas o que vale é a intenção né galera?

No dia das mães, resolvi abrir mão do domingo de ‘descanso’ e fazer um prato diferente para comemorar essa data que, embora marcada pelo capitalismo, nos faz lembrar o quão importante essas mulheres são na nossa vida.

Tenho sorte, porque tive três mães: minha avó, minha mãe biológica (falando assim até parece que sou adotado) e minha tia, que hoje está olhando por nós lá do céu.

A receita de hoje é bem mais complexa do que as outras que executei do livro da Dona Benta, por isso, tomei a liberdade de tirar e/ou trocar alguns ingredientes de acordo com o paladar do pessoal aqui em casa. Entretanto, vou repassar a receita na íntegra, para aqueles que não gostam de modificar a mesma.

Histórias à parte, vamos a receita:

Ingredientes

Recheio

  • 300g de carne de porco moída
  • 6 fatias de presunto picadas
  • 100g de toicinho picado
  • Miúdos da ave
  • 2 ovos cozidos e picados
  • 2 colheres (sopa) de salsa picada
  • 1 cebola pequena picada
  • 1 dente de alho picado
  • 4 xícaras (chá) de miolo de pão amolecido no vinho
  • 4 colheres (sopa) de manteiga ou margarina
  • 1/2 xícara (chá) de farinha de amendoim torrado
  • 500g de castanhas cozidas e descascadas
  • Sal

Receita passo a passo

  1. Prepare e limpe a ave conforme a receita
  2. Para o recheio, coloque em uma panela a manteiga e o toicinho. Refogue para que o toicinho comece a dourar e adicione os miúdos picados com a carne de porco moída. Refogue e adicione a cebola, o alho e o presunto. Misture bem e adicione o miolo de pão devidamente espremido, para eliminar o excesso de vinho.
  3. Adicione a farinha de amendoim e a salsa picada. Tempere com sal e pimenta do reino. Pique grosseiramente as castanhas e adicione-as ao recheio. Reserve.
  4. Retire a ave do molho e leve-a para um mármore ou travessa grande.
  5. Enxugue-o, com um guardanapo, por dentro e por fora.
  6. Em seguida, encha a cavidade com o recheio, apertando bem e costurando a pele com linha grossa ou amarrando-a bem forte.
  7. A seguir, limpe o peru todo com um guardanapo seco, besunte-o de manteiga ou margarina e leve-o para uma assadeira grande e funda com um pouco de óleo.
  8. Cubra com fatias de toicinho defumado e toicinho fresco o peito da ave todo, prendendo essas fatias com palitos.
  9. Cubra, enfim, toda a ave com uma folha de papel-alumínio. Coloque um pouco de óleo em cima desse papel e despeje na assadeira todo o molho que ficou na vasilha ou bacia em que marinou a ave. Leve para o forno quente.
  10. Enquanto a ave assa, regue-a de vez em quando, levantando o papel, com o molho que deve estar fervendo na assadeira.
  11. De vez em quando, antes de regá-la, fure-lhe o peito e as pernas com um garfo.
  12. Quando a ave estiver macia, retire o papel e continue assando para que ela doure bem.
  13. Depois de bem dourada, retire a ave do forno e deixa-a esfriar antes de trinchá-la.

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Ave recheada à mineira

Ave recheada à mineira

Dicas finais

  • Resolvi trocar as castanhas por milho, mas a farofa do recheio também fica excelente com ervilhas, palmito ou sem algum legume para acompanhar.
  • Como não achei a farinha de amendoim, troquei por uma daquelas farofas prontas que dá um sabor mais forte ao recheio.
  • Com o caldo que sobrou na assadeira, acrescentei creme de leite e fiz um molho de acompanhamento à ave que ficou uma delícia.
  • Sirva acompanhado de arroz branco e vinho branco.

Como preparar uma ave que será recheada

A dica de hoje é para preparar uma ave especial, daqueles almoços de domingo ou datas comemorativas e de como deixar a carne macia, molhadinha, saborosa e aromática.

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Ingredientes

  • Uma ave a sua escolha (frango, peru, pato, etc.)
  • 3 xícaras (chá) de vinho branco
  • 1/2 xícara (chá) de vinagre
  • Sal a gosto
  • 5 dentes de alho
  • 2 cebolas grandes picadas
  • 1 cenoura picada
  • 4 folhas de louro
  • 10 talos de salsa lisa
  • 6 cebolinhas-verdes
  • 1 ramo de manjerona
  • 1 ramo de manjericão
  • Pimenta do reino a gosto

Receita passo a passo

  1. Remova a embalagem com os miúdos de dentro da ave.
  2. Lave a ave em água corrente.
  3. Coloque-o em uma vasilha grande.
  4. Numa tigela grande, misture o vinho branco, o vinagre, o sal socado com os dentes de alho, as cebolas picadas, a cenoura picada, as folhas de louro, os talos de salsa, a cebolinha-verde, a manjerona, o manjericão e a pimenta do reino. Reserve
  5. Fure a ave por dentro e por fora, no peito, nas pernas e nas costas, com a ajuda de um garfo de cozinha ou faca com ponta. Despeje a marinada reservada sobre a ave esfregando-a muito bem com os temperos.
  6. Ponha um pouco do molho no interior da ave.
  7. Deixe a ave marinando por 12 horas.
  8. De vez em quando, vire-a no molho, deixando o peito para baixo durante a noite toda.

No outro dia, é só escolher o recheio que combine mais com a ocasião e o paladar da sua família e levar ao forno para assar.

 

Carne assada ao molho de vinho com schweppes

Essa é uma daquelas receitas que acontecem sem querer. Sempre gostei de fazer carne vermelha com vinho, mas dessa vez “errei” a garrafa da geladeira e acabei pegando um coquetel que minha mãe havia feito alguns dias antes para fazer o molho. E não é que o molho foi aprovado?

Segue a receita.

Ingredientes

  • 1kg de fraldinha (peça)
  • Alho
  • Sal
  • 1 garrafa de vinho tinto
  • Suco de uma laranja
  • 200ml de schweppes
  • 1 caixa de creme de leite
  • Manjericão
  • Pimenta do reino
  • Duas colheres (sopa) de maisena
  • 200g de palmito

Receita passo a passo

  1. Separe a peça de carne em um refratário e tempere com alho, sal e meia garrafa de vinho tinto. Deixe marinar de 24h a 48h.
  2. Após esse período, retire a carne da geladeira e pré-aqueça o forno.
  3. Quando o forno estiver bem quente, baixe a temperatura para forno médio e coloque a carne para assar.
  4. A carne deve assar entre 1h e 1h30 ou até o caldo praticamente secar da forma.
  5. Separadamente, coloque a outra metade da garrafa de vinho em uma panela, junte o schweppes, o suco da laranja, o palmito, o manjericão, a pimenta do reino e o sal. Deixe ferver para amolecer o palmito.
  6. Dissolva a maisena em 200ml de água e coloque na panela. Quando adquirir consistência, desligue o fogo e adicione o creme de leite. Reserve.
  7. Retire a carne do forno e a fatie.
  8. Coloque em uma vasilha e jogue o molho pronto por cima.
  9. Sirva a seguir

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Carne ao molho de vinho com schweppes

Carne ao molho de vinho com schweppes

Dicas finais:

  • Sirva com salada de alface, arroz branco e vinho tinto
  • É uma pedida fácil e rápida para um almoço especial de domingo
  • Experimente trocar o palmito por cogumelos

Fondue Bourguignonne

fondue, ou “a” fondue, originou-se na Suíça francesa; dai seu nome, pois fondue (particípio passado de fondre) em francês significa fundido, derretido – ou seja, queijo fundido, no qual se mergulha o pão.

A história da descoberta da fondue vem da Idade Média, cerca de sete séculos atrás, nos Alpes da Suíça, em conseqüência de uma inesperada super produção de queijos. Curiosamente, como inúmeras outras glórias da gastronomia, uma iguaria que nasceu da necessidade. Os helvéticos, então, já eram exímios produtores de laticínios excelentes – que inclusive exportavam às nações vizinhas.

Porém uma nevasca terrível isolou completamente um determinado ponto da Suíça, ao redor de Neuchatel.

Surpreendidos com um estoque superlativo que não podiam vender, os produtores do local tiveram uma ideia: Derreteriam o excesso, à espera de uma nova temporada e, para melhor conservarem a massa, no seu recozimento acrescentariam alguma espécie de álcool, vinho ou aguardente, no caso kirsch, o delicioso destilado de cerejas daquelas regiões. Depois de reendurecida pelo frio, a massa não mais correria o risco de estragar. Para reutilizá-la, bastaria submetê-la, novamente, ao processo de fusão.

No teste inaugural do conceito, os produtores utilizaram um gigantesco caldeirão. Obviamente, experimentaram diversas vezes a textura e o sabor da massa enriquecida pelo kirsch. Um cidadão mais engenhoso, então, espetou um naco de pão na ponta de uma haste qualquer, que mergulhou no caldeirão. “Voilà!” (Aleluia!).

Mais do que simplesmente a alquimia nacional da Suíça, com tal gesto nasceu um verdadeiro ritual, uma celebração comunitária dos prazeres provenientes da amizade e da convivência cordial.

Com o decorrer dos anos e do aperfeiçoamento da gastronomia, a fondue vem sendo aprimorada e ganhando novos sabores e ingredientes como o de chocolate com frutas e o de carne.

Prega a tradição da fondue que o seu fazedor tem o direito de raspar o derradeiro naco de pão nas paredes do recipiente da operação. Outra lenda, diz que pague as despesas quem derrubar o seu naco dentro da panela.

Além de uma boa fondue é o seu acompanhamento: um bom vinho e uma lareira, para aquecer ainda mais o ambiente entre amigos ou a dois.

Fonte: Campos do Jordão

Esse final de semana, embora ainda não esteja frio em Bauru, decidimos experimentar um fondue que pode ser feito na temporada entre as estações, por não ser tão pesado e quente como o fondue de queijo e chocolate: o fondue de carnes. Com muitos legumes e molhos para dar o toque final ao prato, foi uma ótima pedida para o sábado a noite.

Ingredientes do fondue

  • 500g de filé mignon limpo e cortado em cubos de 2 a 3 cm
  • Picles (cenoura e couve-flor)
  • Pepinos em conserva
  • Cebolinhas em converva
  • Óleo para a fritura
  • Sal e pimenta do reino

Molho de iogurte rosado

  • 1 xícara (chá) de maionese
  • 1/2 xícara (chá) de iogurte natural
  • 1 colher (sopa) de catchup
  • 1 pitada de sal

Molho de queijo

  • 1 xícara (chá) de requeijão
  • 1 pitada de pimenta do reino
  • 1 pitada de sal
  • 1 colher (chá) de salsa picada ou orégano

Molho com alcaparras

  • 1/2 xícara (chá) de maionese
  • 1 colher (sopa) de cebola picada ou triturada
  • 1 colher (chá) de alcaparras picadas
  • 2 colheres (sopa) de creme de leite

Molho de mostarda

  • 1/2 xícara (chá) de maionese
  • 1 colher (sopa) de mostarda amarela
  • 2 colheres (sopa) de creme de leite
  • Sal e pimenta do reino

Os molhos devem ser apenas misturados até obter um creme homogêneo e colocados em molheiras para irem à mesa.

Receita passo a passo

  1. Arrume a carne no prato em que a vai servir
  2. Coloque o picles em um refratário
  3. Esquente o óleo em uma panela. Quando estiver quente, coloque na panela própria para fondue
  4. Ponha sobre a mesa a espiriteira e coloque sobre ela o rechaud com óleo
  5. Ao lado, disponha os garfos próprios para fondue
  6. Arrume sobre a mesa os pratinhos com a carne, os picles e as molheiras
  7. Acenda a espiriteira para esquentar o óleo
  8. Espete um pedaço de carne no garfo e frite-o no óleo quente
  9. Retire quando achar que está frita o bastante ou quando dourar
  10. Tempere com sal e pimenta do reino
  11. Coma com o molho de sua preferência, acompanhada dos legumes

Resultado:

Fondue Bourguignonne

Fondue Bourguignonne

Dicas finais:

  • Experimente molhos diferentes: a maionese verde, com alho, é uma pedida excelente para se comer com a carne
  • Sirva o fondue com vinho tinto, para combinar com a carne vermelha
  • Para completar o prato, corte pão francês ou baguete em rodelas e sirva junto com a carne e os molhos
  • O cogumelo shitake também é uma ótima pedida e pode ser frito juntamente com a carne. Fica excelente com o molho de queijo